domingo, 27 de dezembro de 2015

ELEFANTES QUE PINTAM QUADROS MAGNÍFICOS E JOGAM FUTEBOL. SE EU NÃO TIVESSE ASSISTIDO AO VIVO NÃO ACREDITARIA!

Maetaeng Elephant Park, Chiang Mai, Tailândia,7/11/2015

 Um a um fazem a saudação (vénia) aos visitantes.


Tela, tintas, tratador que vai dando os pincéis e o artista;


O primeiro traço;



Novo traço;












Colorir o desenho;



A segunda  árvore e outra cor;



Quase pronto.




Entretanto, os outros artistas:















Terminado o trabalho, eis as obras primas:
A obra prima que acompanhámos com a assinatura do artista "B";


A obra prima do artista que assina com "C";


A obra do "WT";

A obra do "Suda".


Expostas as obras, começa a diversão dos artistas:


Brincando com o arco;



Encestando umas bolas; 



Encestando a curta distância;



Tentativa de fazer cesto com lançamento longo;



Afinando a pontaria chutando à baliza;


Este artista ( qual Ronaldo) lançou a bola com a tromba em 
direcção à pata direita, de calcanhar e de lado vai tentar marcar.







Feito o golo há que comemorar, exigindo uma guloseima ao tratador.

(Direitos de autor pertencem ao autor do blogue que tirou todas fotos publicadas)

Aqui, neste parque, pode-se dar um passeio de elefante pela floresta, assistir a espectáculos em que eles mostram a sua agilidade: empilhando troncos, fazendo habilidades,  jogando futebol, basquetebol  e pintando quadros magníficos.

Este parque e muitos outros foram criados como “reserva de elefantes” desde que foi proibido o seu uso para trabalhos agrícolas e outros, pelo que se exercitam dando passeios com turistas por trilhos alucinantes e fazem a travessia do rio, certamente para criar mais emoção.

De tempos em tempos o elefante dirige a tromba ao turista que transporta a pedir um molho de cana de açúcar ou um cacho de bananas (que deve ser atirado para a boca). Se já terminaram as guloseimas adquiridas no princípio do passeio, ele dirige-se a determinados pontos do trajecto onde podemos reabastecer e abranda. Como são muito gulosos, às tantas deixamos de comprar mais comida e, inteligentemente, o que me transportou entrou em “greve de zelo” e reduziu em muito a sua passada e, do meu  grupo, terminei o em último lugar.

Para os críticos que acham que os animais são maltratados ou explorados por fazerem o que aqui fazem, não devem olvidar que, até há bem poucos anos, os elefantes eram usados para trabalhos duros e pesados na agricultura e pelos madeireiros para puxarem toneladas e toneladas de madeira durante longos percursos, 15 horas por dia e mais de 300 dia por ano. Quando eles tinham dificuldades em puxar os troncos, eram picados e chicoteados até o conseguirem. Tudo isso hoje é proibido. Ontem viviam no inferno e hoje, comparativamente, vivem no paraíso.

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