Nestes tempos de desencanto, este espaço pretende abrilhantar o nosso pardo dia a dia. A beleza de algumas fotografias, o som de músicas lindas e imortais, fundamentalmente poesia e outras palavras, doces ou amargas, é o que poderá ser encontrado neste espaço. Nascido em Lisboa, a 16 de Dezembro de 2011, viverá enquanto for útil.
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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
"Cântico Negro", excelente poema de José Régio, dito por Marco D' Almeida, para o programa Voz.
quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
"NÃO SEI", LINDO POEMA DE ARSÉLIO MARTINS, EXCELENTEMENTE DITO POR JOSÉ-ANTÓNIO MOREIRA.

Arsélio Martins Presidente
dos Conselhos Directivo, Executivo, Pedagógico, Direcção
do SPRC, Conselho Nacional da Fenorof, Orientador
da profissionalização, UA, Castêlo de Paiva, Vice
Presidente da direção da SPM, editor de boletins da SPM, org do Encontro
Nacional da SPM de Aveiro
Director
do Centro de Formação de Aveiro e membro do CCFCP, Co-autor
do Ajustamento e dos novos Programas de Matemática do ensino Secundário, acompanhamento da aplicação experimental e sua generalização, formação....Membro
do CCAP,Presidente
da Direcção da Associação de Professores de Matemática, org do ProfMat de 2010
na UA - encontro Nacional de Professores de Matemática
Direcção
da Associação Cultural de Professores, Labor.Redacção
e edição das revistas Aliás da escola e última série da Labor e publicação dos
livros da Associação Labor.
Professor de Matemática distinguido
com o Prémio Nacional de Professores dá aulas em Aveiro e em 35 anos de
trabalho já fez de tudo um pouco na área da Educação. https://www.youtube.com/watch?v=M0CP8nKaFyQ
domingo, 14 de dezembro de 2014
Cantam as tulipas, lindo poema de Filipe Marinheiro, dito por José-António Moreira
Filipe Marinheiro nasceu em Coimbra, a 30
de julho de 1982, e atualmente reside em Aveiro. Sobre a sua própria obra,
declara que é um “livro
que cria náusea e dor no leitor, ao reviver todas as experiências de vida e de morte e o seu questionamento”,
acrescentando que a poesia é “irrequieta,
recalcada, vivenciada numa doçura triste que flutua entre o oxigénio e o
dióxido de carbono do dia e da noite”, sendo por isso mesmo
uma “poesia em estado
selvagem” que transmite “uma busca incessante do silêncio definitivo, alegoria
para o local da paz”.
O jovem poeta confessa não saber definir a poesia, já que
considera que a palavra e a linguagem são meros instrumentos que o ajudam a
expressar estados de espírito, afirmando, por isso que, “se pela força da vida algum dia
souber defini-los”, estará louco ou morto. Contudo, apesar da sua
poesia ser marcadamente desassossegada e melancólica, “a tónica da mensagem de Filipe Marinheiro é esperança de resolução do mundo
pela suavidade, beleza e pelo amor” e, é possível
encontrar uma forte influência de poetas como Mário Cesariny, Eugénio de Andrade, António Ramos Rosa, Charles Baudelaire, Al Berto ou Paul Bowles, entre
outros.
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
O teu amor absoluto, poema de Rosa Lobato de Faria, excelentemente dito por José-António Moreira.
Rosa Maria de Bettencourt Rodrigues Lobato de Faria (Lisboa, 20
de Abril de 1932 - Lisboa, 2
de Fevereiro de 2010) foi uma escritora, compositora e actriz portuguesa. Segunda filha de um oficial da Marinha, Joaquim
António de Lemos Lobato de Faria, e de sua mulher Vera Correia Mendes de
Bettencourt Rodrigues, em parte descendente de Goeses católicos, cresceu entre Lisboa e Alpalhão, no Alentejo. Irmã de Maria da Graça Lobato de faria (1930-2012).
O seu nome está na escrita como guionista, romancista, contista, poeta,
dramaturga e letrista de canções. Assinou o argumento da sitcom Humor de Perdição (1987), e de séries e novelas como Passerelle (1988), Pisca-Pisca (1989), Nem o Pai Morre Nem a Gente Almoça, Telhados
de Vidro (1994)
e Tudo
ao Molho e Fé em Deus (1995). Publicou os romances O Pranto de Lúcifer (1995), Os Pássaros de Seda (1996), Os Três Casamentos de Camilla S. (1997), Romance de Cordélia (1998), O Prenúncio das Águas (1999), galardoado com o Prémio Máxima de Literatura em 2000, A Trança de Inês (2001), O Sétimo Véu (2003), Os Linhos da Avó (2004) e A Flor do Sal (2005). Em co-autoria participou em Os
Novos Mistérios da Estrada de Sintra e Código d' Avintes.
Para além disto publicou contos infantis (A
Erva Milagrosa, As
quatro Portas do Céu e Histórias de Muitas Cores). Foi autora de A Gaveta de Baixo,
longo poema inédito, acompanhado de aguarelas de Oliveira Tavares, estando o resto da sua obra poética reunida no volume Poemas
Escolhidos e Dispersos (1997). Para o teatro escreveu as peças A
Hora do Gato, Sete
Anos – Esquemas de um Casamento e A Severa. Foi
ainda a letrista que, a par de José
Carlos Ary dos Santos, permanece como a mais bem
sucedida no Festival RTP da Canção, tendo obtido quatro vezes o primeiro lugar com Amor
de Água Fresca (1992), Chamar
a Música (1994), Baunilha
e Chocolate (1995)
e Antes
do Adeus (1997). VER MAIS:
sexta-feira, 31 de outubro de 2014
"GATO QUE BRINCAS NA RUA", POEMA DE FERNANDO PESSOA, DITO EXCELENTEMENTE POR JOSÉ-ANTÓNIO MOREIRA.
Fernando António Nogueira Pessoa (Lisboa, 13 de Junho de 1888 — Lisboa, 30 de Novembro de 1935), mais conhecido como Fernando Pessoa, foi um poeta, filósofo e escritor português.
É considerado um dos maiores poetas da Língua Portuguesa, e da Literatura Universal, muitas vezes comparado com Luís de Camões. O crítico literário Harold Bloom considerou a sua obra um "legado da língua portuguesa ao mundo".
Por ter sido educado na África do Sul, para onde foi aos seis anos em virtude do casamento de sua mãe, Pessoa aprendeu perfeitamente o inglês, língua em que escreveu poesia e prosa desde a adolescência. Das quatro obras que publicou em vida, três são na língua inglesa. Fernando Pessoa traduziu várias obras inglesas para português e obras portuguesas (nomeadamente de António Botto e Almada Negreiros) para inglês.
Ao longo da vida trabalhou em várias firmas comerciais de Lisboa como correspondente de língua inglesa e francesa. Foi também empresário, editor, crítico literário, jornalista, comentador político, tradutor, inventor, astrólogo e publicitário, ao mesmo tempo que produzia a sua obra literária em verso e em prosa. Como poeta, desdobrou-se em múltiplas personalidades conhecidas comoheterónimos, objecto da maior parte dos estudos sobre sua vida e sua obra. Centro irradiador da heteronímia, auto-denominou-se um "drama em gente". VER MAIS .
sexta-feira, 10 de outubro de 2014
domingo, 30 de março de 2014
Maria Bethânia - Sonho Impossível - Fernando Pessoa
Fernando António Nogueira Pessoa (Lisboa, 13 de Junho de 1888 — Lisboa, 30 de Novembro de 1935), mais conhecido como Fernando Pessoa, foi um poeta, filósofo e escritor português.
É considerado um dos maiores poetas da Língua Portuguesa, e da Literatura Universal, muitas vezes comparado com Luís de Camões. O crítico literário Harold Bloom considerou a sua obra um "legado da língua portuguesa ao mundo".
Por ter sido educado na África do Sul, para onde foi aos seis anos em virtude do casamento de sua mãe, Pessoa aprendeu perfeitamente o inglês, língua em que escreveu poesia e prosa desde a adolescência. Das quatro obras que publicou em vida, três são na língua inglesa. Fernando Pessoa traduziu várias obras inglesas para português e obras portuguesas (nomeadamente de António Botto e Almada Negreiros) para inglês.
Ao longo da vida trabalhou em várias firmas comerciais de Lisboa como correspondente de língua inglesa e francesa. Foi também empresário, editor, crítico literário, jornalista, comentador político, tradutor, inventor, astrólogo e publicitário, ao mesmo tempo que produzia a sua obra literária em verso e em prosa. Como poeta, desdobrou-se em múltiplas personalidades conhecidas comoheterónimos, objecto da maior parte dos estudos sobre sua vida e sua obra. Centro irradiador da heteronímia, auto-denominou-se um "drama em gente". VER MAIS
sexta-feira, 21 de março de 2014
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
" Como árvore que sou", lindo poema de Lília Tavares e Joaquim Pessoa, excelentemente dito por José-António Moreira
Lília Tavares, psicóloga clínica, há 22 anos a
trabalhar na reabilitação de jovens e adultos.
Casada e mãe de dois filhos, frestas de luz que a vida
lhe deu. Unida à Poesia desde os treze anos, publicou em 1979 'Fusão
Crepuscular e outros Poemas' em edição de autor. Participou, a convite, numa
antologia de poetas do Baixo Alentejo, dois anos mais tarde. Natural de Sines,
traz consigo o aroma das marés vivas de Setembro. De extremos, ama o aroma das
terras, o sol, as alfazemas em Junho. Criadora e co-autora da Página "Quem
lê Sophia de Mello Breyner Andresen", no Facebook. Ama as pequenas coisas.
Prende o olhar numa lágrima, num amigo, numa estrela."
Lília Tavares é uma das pessoas mais delicadas que conheço.
Um oceano nos separa, Lília mora em Portugal, mas parece morar pertinho.
Falamos eventualmente, e as palavras dela são sempre doces e inspiradoras.
Ontem foi o dia do lançamento do seu livro "PARTO COM OS VENTOS".
Poesia para encantar. Recolha de informação no blogue amoraninha http://amoraninha.blogspot.pt
Joaquim
Pessoa nasceu no Barreiro em 1948. Iniciou a
sua carreira no Suplemento Literário Juvenil do Diário de Lisboa. O primeiro livro
de Joaquim Pessoa foi editado em 1975 e, até hoje, publicou mais de
vinte obras incluindo duas antologias. Foram-lhe atribuídos os prémios
literários da Associação Portuguesa de Escritores e da Secretaria de Estado da
Cultura (Prémio de Poesia de 1981), o Prémio de Literatura António Nobre e o
Prémio Cidade de Almada.
Poeta, publicitário e pintor,
é uma das vozes mais destacadas da poesia portuguesa do pós 25 de Abril, sendo
considerado um "renovador" nesta área. O amor e a denúncia social são
uma constante nas suas obras, e segundo David Mourão Ferreira, é um dos poetas
progressistas de hoje mais naturalmente de capazes de comunicar com um vasto
público. Desempenhou durante seis anos (1988-1994) o cargo de director
da Sociedade Portuguesa de Autores. Em colaboração com Luís Machado,
organizou em 1983 o I Encontro Peninsular de Poesia, que reuniu prestigiados
nomes da poesia ibérica. Conta com mais de 600 recitais da sua poesia,
realizados em Portugal e no estrangeiro.Foi director do jornal "Poetas
& Trovadores", colaborador das revistas "Sílex" e
"Vértice". Foi um dos fundadores da cooperativa artística Toma
Lá Disco, com Ary dos Santos, Fernando Tordo, Carlos Mendes, Paulo
de Carvalho e Luiz Villas-Boas, entre outros.
Bibliografia:
"O Pássaro no Espelho", "A Morte Absoluta", "Poemas de
Perfil", "Amor Combate", "Canções de Ex cravo e
Malviver", "Português Suave", "Os Olhos de Isa",
"Os Dias da Serpente", "O Livro da Noite", "O Amor
Infinito", "Fly", "Sonetos Perversos", "Os
Herdeiros do Vento", "Caderno de Exorcismos", "Peixe
Náufrago", "Mas.", "Por Outras Palavras", "À Mesa
do Amor", "Vou me Embora de Mim". VER MAIS wikipedia. ou http://www.youtube.com/watch?v=rxB2cf1gsiw
sábado, 7 de dezembro de 2013
Se Eu Morresse Amanhã, lindo poema de Álvares de Azevedo, dito por Paulo Autran
Manuel
Antônio Álvares de Azevedo (São Paulo, 12 de setembro de 1831 — Rio de Janeiro, 25 de abril de 1852) foi
um escritor da
segunda geração romântica (Ultra-Romântica, Byroniana ou Mal-do-século), contista, dramaturgo, poeta e ensaísta brasileiro, autor de Noite na Taverna.
Filho de
Inácio Manuel Álvares de Azevedo e Maria Luísa Mota Azevedo, passou a infância
no Rio de Janeiro, onde iniciou seus estudos. Voltou a São Paulo, em 1847, para estudar na Faculdade de Direito do Largo de São
Francisco, onde, desde logo, ganhou fama por brilhantes e precoces
produções literárias. Destacou-se pela facilidade de aprender línguas e pelo
espírito jovial e sentimental.
Durante o
curso de Direito traduziu o quinto ato de Otelo, de Shakespeare;
traduziu Parisina, de Lord Byron;
fundou a revista da Sociedade Ensaio Filosófico Paulistano (1849); fez parte da
Sociedade Epicureia; e iniciou o poema épico O
Conde Lopo, do qual só restaram fragmentos.
Não
concluiu o curso, pois foi acometido de uma tuberculose pulmonar nas férias de
1851-52, a qual foi agravada por um tumor na fossa ilíaca, ocasionado por uma
queda de cavalo, falecendo aos 20 anos.
A sua
obra compreende: Poesias
diversas, Poema do Frade,
o drama Macário, o romance O Livro de Fra Gondicário, Noite na Taverna, Cartas, vários Ensaios (Literatura e civilização em Portugal,
Lucano, George Sand, Jacques Rolla) e Lira
dos vinte anos
Suas
principais influências são:Lord Byron, Goethe, François-René de Chateaubriand, mas
principalmen-te Alfred de Musset.
Figura na
antologia do cancioneiro nacional. Foi muito lido até as duas primeiras décadas
do século XX,
com constantes reedições de sua poesia e antologias. As últimas encenações de
seu drama Macário foram em 1994 e 2001. É patrono da cadeira 2 da Academia Brasileira de Letras. VER MAIS
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
SABEDORIA, lindo poema de José Régio, dito por Bruno Huca
José Régio, pseudónimo de José Maria dos Reis Pereira, (Vila do Conde, 17 de Setembro de 1910 -Vila
do Conde, 22
de Dezembro de 1969) foi um escritor português que viveu grande parte da sua vida na cidade de Portalegre (de 1928 a 1967). Foi possivelmente o único escritor em
língua portuguesa a dominar com igual mestria todos os géneros literários: poeta, dramaturgo,crítico, romancista, contista, ensaísta, cronista novelis-ta, epistológrafo, jornalista, autor
de diário, memoralista e historiador
da literatura, para além de editor e diretor da
influente revista
literária Presença, desenhador, pintor, e grande coleccionador
de arte sacra e popular. Foi irmão do poeta, pintor e engenheiro Júlio Maria dos Reis
Pereira, que como artista plástico se assinava Júlio e
como poeta Saul Dias.
VER MAIS
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
Eu sei, não te conheço... mas existes! Lindo poema de Joaquim Pessoa, excelentemente dito por Jorge Brandão
Joaquim Pessoa nasceu no Barreiro em 1948. Iniciou a sua carreira no Suplemento Literário Juvenil do Diário de Lisboa. O primeiro livro de Joaquim Pessoa foi editado em 1975 e, até hoje, publicou mais de vinte obras incluindo duas antologias. Foram-lhe atribuídos os prémios literários da Associação Portuguesa de Escritores e da Secretaria de Estado da Cultura (Prémio de Poesia de 1981), o Prémio de Literatura António Nobre e o Prémio Cidade de Almada.
Poeta, publicitário e pintor, é uma das vozes mais destacadas da poesia portuguesa do pós 25 de Abril, sendo considerado um "renovador" nesta área. O amor e a denúncia social são uma constante nas suas obras, e segundo David Mourão Ferreira, é um dos poetas progressistas de hoje mais naturalmente de capazes de comunicar com um vasto público. Desempenhou durante seis anos (1988-1994) o cargo de director da Sociedade Portuguesa de Autores. Em colaboração com Luís Machado, organizou em 1983 o I Encontro Peninsular de Poesia, que reuniu prestigiados nomes da poesia ibérica. Conta com mais de 600 recitais da sua poesia, realizados em Portugal e no estrangeiro.Foi director do jornal "Poetas & Trovadores", colaborador das revistas "Sílex" e "Vértice". Foi um dos fundadores da cooperativa artística Toma Lá Disco, com Ary dos Santos, Fernando Tordo, Carlos Mendes, Paulo de Carvalho e Luiz Villas-Boas, entre outros.
Bibliografia: "O Pássaro no Espelho", "A Morte Absoluta", "Poemas de Perfil", "Amor Combate", "Canções de Ex cravo e Malviver", "Português Suave", "Os Olhos de Isa", "Os Dias da Serpente", "O Livro da Noite", "O Amor Infinito", "Fly", "Sonetos Perversos", "Os Herdeiros do Vento", "Caderno de Exorcismos", "Peixe Náufrago", "Mas.", "Por Outras Palavras", "À Mesa do Amor", "Vou me Embora de Mim". VER MAIS wikipedia. ou http://www.youtube.com/watch?v=rxB2cf1gsiw
sábado, 4 de maio de 2013
O sol nas noites e o luar nos dias, de Natália Correia, dito por António- Jose Moreira
Amabilidade de "Sons da Escrita"
Natália de Oliveira Correia (Fajã de Baixo, São Miguel, 13 de Setembro de 1923 — Lisboa, 16 de Março de 1993 ) foi uma intelectual, poeta (a própria recusava ser classificada como poetisa por entender que a poesia era assexuada) e activista social açoriana, autora de extensa e variada obra publicada, com predominância para a poesia. Deputada à Assembleia da República (1980-1991), interveio politicamente ao nível da cultura e do património, na defesa dos direitos humanos e dos direitos das mulheres. Autora da letra do Hino dos Açores. Juntamente com José Saramago (Prémio Nobel de Literatura, 1998), Armindo Magalhães, Manuel da Fonseca e Urbano Tavares Rodrigues foi, em 1992, um dos fundadores da Frente Nacional para a Defesa da Cultura (FNDC). VER MAIS
segunda-feira, 29 de abril de 2013
O desespero da piedade, de Vinicius de Moraes, dito por António- José Moreira
Amabilidade de "Sons da Escrita"
Vinícius de Moraes (Rio de Janeiro, 19 de Outubro de 1913 — Rio de Janeiro, 9 de Julho de 1980) foi um diplomata, dramaturgo, jornalista, poeta e compositor brasileiro. VER MAIS
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